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Notícias | Brasil
14.04.2018 - 16h54 | Agência Brasil
Justiça ordena o fim de acampamentos contra e pró-Lula em Curitiba e fixa multa Fonte:
 
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O Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJ-PR) determinou que os manifestantes acampados nos arredores da sede da Polícia Federal em Curitiba, onde o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está preso há uma semana , deixem o local imediatamente.

A decisão foi proferida nessa sexta-feira (13) pelo juiz Jailton Juan Carlos Tontiniu, substituto da 3ª Vara da Fazenda Pública, que impôs multa diária de R$ 500 mil em caso de descumprimento. O valor será cobrado do Partido dos Trabalhadores (PT) e da Central Única dos Trabalhadores (CUT), por parte dos apoiadores de Lula . Já do lado dos opositores do petista que foram atingidos pela decisão judicial estão o Movimento Brasil Livre (MBL), o Movimento Curitiba contra a Corrupção e o Movimento UFPR Livre.

O magistrado justificou sua decisão alegando que a medida visa evitar o uso da força policial e dissuadir os grupos que descumpriram uma liminar anterior, concedida semana passada pela Justiça à Prefeitura de Curitiba. A liminar proíbe os manifestantes de transitarem nas áreas determinadas, impedir o trânsito de pessoas e montar estruturas e acampamentos nas ruas e praças da cidade.

De acordo com a prefeitura da capital paranense, a prefeitura de Curitiba, cerca de 500 pessoas (favoráveis ou contrárias ao ex-presidente) estão acampadas no entorno do prédio da Polícia Federal, “causando transtornos e a precarização na prestação dos serviços públicos aos moradores pelo bloqueio às ruas”.

Permanência de Lula na PF em Curitiba é motivo de ações na Justiça 

A  Prefeitura de Curitiba chegou a pedir à Justiça a transferência do ex-presidente  para outro local. O mesmo pedido já havia sido feito anteriormente pelo Sindicato dos Delegados de Polícia Federal do Paraná  (SinDPF-PR).

Os delegados da PF sugeriram que Lula seja levado a uma unidade das Forças Armadas  "que possua efetivo e estrutura à altura dos riscos envolvidos". O sindicato argumenta que a permanência do ex-presidente na sede da PF pode trazer "transtornos e riscos à população e aos funcionários" da corporação.

 
 
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